Resenha: Eu Sou o Mensageiro

Título: Eu Sou o Mensageiro
Autor: Markus Zusak
Editora: Instrínseca



Ele não sabe o que fez e muito menos o que faz. Não sabe lidar com as melhores oportunidades da vida, mas em poucos capítulos aprende a lidar com a vida e a beleza da sinceridade.

Em “Eu sou o mensageiro”, de Markus Zusak, o mesmo autor de “A Menina que Roubava Livros” deixa a mostra a sinceridade e os anseios de um futuro ou a tentativa de um.

O personagem central, Ed Kennedy, é abatido em um assalto. Seus medos, suas angústias e intolerâncias para vida e de sua própria vida é um pequeno tormento para os poucos minutos que se seguem.  Nele? Restou um pouco de coragem. Sua vida no geral? Não é uma grande vida.

Mas, algo de diferente começa a acontecer com o jovem “medíocre”. Expectativas são criadas, “cartas” são enviadas e um baralho para o tedioso Ed é achado em sua caixa de correio. Copas e paus são as cartas que dão a essa história um modo de acordar o cara que parecia adormecido.

O enigma gira em torno de pessoas dramáticas, isoladas, sem perspectivas e pessoas como o Ed que não sabem pelo o quê vive. Surgem amizades que o Ed não imaginaria que poderia ter e tem os velhos amigos que o acompanham em todas as aventuras. Tem amigos também que escondem segredos, mas ainda são grandes amigos.

Esse livro é a prova que todo mundo tem mais de uma chance, cada um pode vencer de algum jeito. O livro cria um personagem com esperanças, sem a menor ideia do que quer para o futuro, mas o enredo tão leve e emocionante te faz engolir cada página.

O livro ainda é cheio de idas e vindas, cheio de frases que caem como uma luva no pensamento.  Na verdade, esse livro é um enigma para a realidade e uma versão apaixonante do que pode ser saboreado na vida.

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